Prorrogação de Mandatos: Congresso Nacional pode pacificar ímpeto oposicionista nas próximas eleições

OPINIÃO: Por Dailton Reis

A unificação das eleições, é um dos principais assuntos que passaram a integrar, recentemente, o interesse do Congresso Nacional.
Com a possibilidade da mudança na legislação eleitoral, o País passará a contar com eleições gerais únicas para vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente, e não a cada dois anos, como é agora.
Isso devido à proposição de Emenda à Constituição (PEC 49/2019), de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC), que acrescenta o art. 115 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ADCT, para prorrogar os mandatos de prefeitos e vereadores. O protocolo foi feito no dia 12 de abril de 2019, durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
Caso seja aprovada a Emenda, os mandatos atuais de prefeito e vereador serão prorrogados até o dia 1º de janeiro de 2023.
A proposta ganhou força depois que O deputado Valtenir Pereira (MDB/MT), relator na CCJ de várias PECs que tratam sobre o período de vigência de mandatos políticos, se manifestou em parecer positivo à propostas, conforme divulgado na coluna de Lauro Jardim (O Globo).

Impacto local
Em Ibicaraí a notícia foi comemorada por quem aprova o Governo União e Trabalho, capitaneado pelo prefeito Lula Brandão.
Já para os opositores e para os que almejam voltar ao poder, a notícia caiu com a força dos mesmos sentimentos e emoções que são encontrados em velórios: total desolação.
A possibilidade de que Brandão - por força constitucional - permaneça por mais (pelo menos) quatro anos, será capaz de pacificar os ânimos de pré-candidatos e seus seguidores.
Fazendo uso da sabedoria popular: "quem viver, verá!".
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