CANAVIEIRAS: CONTROLADOR INTERNO DA PREFEITURA ESCLARECE SOBRE REJEIÇÃO DAS CONTAS DE 2017

O controlador interno da Prefeitura de Canavieiras, Maurício Kruschewsky se manifestou através das redes sociais a respeito da rejeição das contas do prefeito Clóvis Roberto Almeida de Souza, referentes ao exercício de 2017, julgadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios – TCM, na última quarta-feira, 19 de dezembro. De acordo com o controlador houve um equívoco no lançamento das informações no SIGA” – Sistema Integrado de Gestão e Auditoria.
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SOBRE A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2017:
Observem que todos os índices constitucionais foram cumpridos. Aplicamos 25,41% na educação quando devia ser aplicado 25%; aplicamos 18,03% na saúde quando devia ser aplicado 15%; aplicamos 68,19% no pagamento da remuneração dos profissionais do magistério, quando deveria ser aplicado 60%; reduzimos para 50,33% o índice de pessoal, ficando abaixo do limite permitido e até, do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Fato jamais ocorrido em gestões anteriores, pois se analisarmos a gestão anterior, teremos: 67,91% em 2016; 65,20% em 2015; 67,38% em 2014; 52,96 em 2013.
”O que ocorreu foi um equívoco no lançamento das informações no SIGA” – Sistema Integrado de Gestão e Auditoria, o que resultou no somatório das Suplementações ocorridas R$ 23.309.934,14, com o valor das alterações de QDD – Quadro de Detalhamento de Despesa 3.923.999,84, atingindo o somatório de R$ 27.233.934,68, quando era para ser considerando tão somente o total das suplementações de credito, ou seja R$ 23.309.934,14. ”Ocorreu também um equívoco no somatório das Leis Autorizativas,” não considerando a Lei nº 1.102, no valor de R$ 2.785.000,00, sancionada em 08 de dezembro de 2017, pois vejamos: R$ 6.400.000,00 Lei nº 1.052/2017; R$ 5.472.000,00 Lei nº 1.066/2017; R$ 4.830.000,00 Lei nº 1.070/2017; R$ 4.075.000,00 Lei nº 1.075/2017; R$ 2.883.000,00 Lei nº 1.088/2017; R$ 2.785.000,00 Lei nº 1.102/2017, totalizando R$ 26.445.000,00.
Então, ”não houve utilização indevida de recursos públicos, não houve falcatrua, não foi desrespeitada a Lei de Responsabilidade Fiscal, cumprimos todos os índices constitucionais (saúde, educação, pessoal, FUNDEB),foi respeitado, a todo instante, os princípios que norteiam a administração pública: legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade, eficiência, razoabilidade, proporcionalidade.”
Então, peço que se atentem ao último parágrafo do noticiário oficial, que inclusive está sendo loucamente compartilhado, o qual diz: “CABE RECURSO DA DECISÃO”.
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Sobre Bahia Extra

Melhor Site de Notícias da Bahia. Direção Erasmo Barbosa.

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