Ibicaraí: Uma cidade organizada depende em grande parte do comportamento social do cidadão

Por: Sizenando Oliveira

Em países com altos índices de desenvolvimento vemos ruas limpas, árvores cuidadas, calçadas e estruturas públicas bem preservadas. Para o observador desavisado é comum que pense haver uma constante atenção dispensada pelos serviços públicos de limpeza e manutenção, mas a realidade é que os próprios cidadãos têm o senso de obrigação que os impele a manter ruas limpas e preservação dos bens que são comuns; praças, escolas, limpeza urbana. Nestes países evita-se o despejo de lixo nos rios ou em locais impróprios. Há portanto uma responsabilidade compartilhada. O Estado e o município não pode ser visto como pai do cidadão, que constantemente têm que suprir com discernimento os filhos menores ou corrigir seus atos de irresponsabilidade.
Naqueles países a consciência de fazer parte da coletividade é maior, aprende-se na escola, aprende-se em casa e aprende-se com o vizinho que vai cobrar caso não cumpra-se as regras. 
É necessário que o cidadão adquira a capacidade de ver a preservação da cidade como também sendo uma obrigação sua. 
A prefeitura não será capaz, em nenhum lugar do mundo, de suprir e corrigir as demandas dos seus moradores quando cometem atos como: lixo na rua, entulho nas calçadas, quebra de lâmpadas dos postes, pixação, sonegação de impostos, buracos nas vias provocados, pois mexem em tubulações internas e não deixam as vias como estavam, deixando assim a cidade com irregularidades no piso, enfim são uma série de problemas que poderiam ser evitados caso houvesse a consciência que: - eu também tenho responsabilidade.
É fácil cobrar do serviço de limpeza e manutenção pública, é fácil pensar que os recursos são infinitos, difícil é como cidadão, ser responsável e atento.



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