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Por uma sociedade sem manicômios, Parada do Orgulho Louco acontece neste sábado em SSA

"Um grito por uma sociedade sem manicômios" acontecerá neste sábado (19), na Barra. Trata-se da XI Parada do Orgulho Louco, organizada pelo Coletivo Baiano da Luta Antimanicomial, junto a usuários e profissionais da rede de saúde mental. "A gente luta pelo fim dos manicômios, porque historicamente eles são espaços de violência, de segregação, que tira o espaço das pessoas ditas loucas. A gente luta pela manutenção dos serviços substitutivos, que vieram a partir da reforma psiquiátrica, que são os Centros de Atenção Psicossocial (Caps)", explicou a psicóloga e educadora Laís Mendes, uma das responsáveis pela organização do ato. 
A luta antimanicomial está presente em todo o país e teve início na década de 1970, com a redemocratização do país. O movimento busca, principalmente, uma assistência psiquiátrica que não exclua socialmente os pacientes. Neste ano, uma das principais críticas está relacionada à reformulação da política de saúde mental promovida em 2017 pelo governo federal, que reforça o papel dos hospitais psiquiátricos. "A portaria prevê a ampliação dos leitos de hospitais psiquiátricos, então ela representa um fortalecimento do que a gente quer que acabe. 
Os manicômios são um espaço de opressão que não precisa existir. Ela não prevê o fortalecimento da rede de atenção psicossocial", criticou a psicóloga. "A gente está vivenciando um momento de retrocesso. Isso representa os interesses econômicos de alguns grupos que vão atuar a partir da lógica manicomial". O movimento antimanicomial defende, como alternativa, o tratamento ambulatorial, oferecido principalmente em Caps. No entanto, de acordo com Laís Mendes, os centros não recebem muita atenção das autoridades. 
"Os Caps de Salvador estão em situação de muita fragilidade e sucateamento, funcionam com poucos recursos. Isso representa um desafio muito grande para quem defende a manutenção desse serviço", pontuou, ao acrescentar a necessidade do cuidado com pacientes em processo de desinstitucionalização. "O estado precisa se responsabilizar, pensando em como reinserir esses pacientes na sociedade. É preciso trabalhar pensando a vida integral desse sujeito". A XI Parada do Orgulho Louco acontece a partir das 9h, do Cristo ao Farol da Barra.
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