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Mais escândalos: secretário aluga imóvel para prefeitura de Itabuna e é denunciado ao MP

Jorge Vasconcelos (Jorge Tomate)

Escândalos atrás de escândalos e a “carruagem” vai passando, como se tudo fosse perfeito e cada “episódio” já tivesse seu final decretado como nos contos de fada, num emblemático “e todos foram felizes para sempre”. Assim, poderíamos “ilustrar” a atual administração de Itabuna, que parece estar de cabeça para baixo. São denúncias de nepotismo, contratos milionários, escolas sucateadas, bairros abandonados e, agora, mais uma bomba, dessa vez envolvendo o secretário de Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente, Jorge Vasconcelos (Jorge Tomate).
Ele alugou um de seus imóveis, localizado na Avenida Cinquentenário, num valor de R$ 3.800 mil mensais. Até aí tudo bem, se o inquilino não fosse, nada menos, que a Prefeitura Municipal de Itabuna. Isso mesmo! Tal descoberta foi feita pelo vereador Jairo Araújo (PC do B). Em entrevista ao repórter Wadson Santos, da Rádio Difusora, o edil informou que, inclusive, já protocolou uma denúncia no Ministério Público, acusando o secretário de Improbidade Administrativa. 
Jairo Araújo (PC do B)
Na ação, formalizada na segunda-feira (23), o vereador pediu, ainda, o ressarcimento dos valores gastos com o aluguel aos cofres públicos. “Lamentavelmente, o próprio secretário aluga o imóvel para a própria prefeitura. Esses gastos da prefeitura é o que tem comprometido o orçamento. Todos os meses, o salários de servidores atrasa, atrasa o vale transporte dos funcionários, atrasa os tickets alimentação, tudo por conta dessa falta de cuidado da prefeitura”, ponderou Jairo Araújo. 
O edil explicou que, com base no artigo 5ª da Constituição Federal, a atitude de Vasconcelos configura como ilegal, pois ele tem agido de forma desonesta e desleal no cumprimento das suas funções públicas. E, caso o ato ilícito seja provado, o responsável, além de ter que devolver todos os valores usufruídos ao erário público, poderá sofrer, ainda, outras penalidades, entre as quais: pagamento de multa, perda de bens, suspensão dos direitos políticos e perda da função pública. 
“O gestor público estaria beneficiando-se com o cargo que exerce. A corrupção é um exemplo de improbidade administrativa, pois o agente público visa atingir um benefício próprio ou de terceiros”, explicou o vereador.
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