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Itajuípe: assassino de funcionário público é preso e confessa ter matado vítima com uma chave de fenda

Alexandre Aquino Miranda de Jesus, de 19 anos

Ele parece ter se inspirado em Paul Spector, da série irlandesa The Fall, na forma como “tratou” a vítima após o crime. Estamos falando de Alexandre Aquino Miranda de Jesus, de 19 anos, assassino confesso do funcionário público, Alex Almeida Bastos, de 39 anos, morto com requintes de crueldade, no final de maio do ano passado, no centro de Itajuípe, quase um ano atrás. 
Alexandre foi preso na sexta-feira (27), por meio de um mandado de prisão, cumprido por uma equipe da Polícia Civil daquela cidade, cuja ação foi comandada pelo delegado Josemar Batista Chianca. Em depoimento, o criminoso contou detalhes: após matar Alex com uma chave de fenda, atingindo, de forma proposital, o coração, o pulmão e o fígado, ele limpou o corpo da vítima com acetona e enxaguante bucal e o colocou de bruços em cima da cama. 
Alex Almeida Bastos

Em seguida, limpou o chão e ligou todos os botões do fogão, para deixar o gás escapando, até provocar uma explosão e então parecer ter se tratado de um acidente. O que não aconteceu, porque um vizinho sentiu o cheiro e ligou para a polícia, suspeitando que Alex tivesse cometido suicídio. 
Na cena do crime, tudo parecia ter sido meticulosamente planejado pelo assassino: nada foi encontrado fora do lugar, nenhum sinal de luta corporal ou de sangue, o corpo estava limpo, apesar de apresentar perfurações. Somente depois da autópsia, descobriu-se a profundidade dos ferimentos e que não se tratava de marcas de tiros, como cogitou-se, inicialmente. 
“Após intensa investigação, com uso de diversas técnicas policiais, o suspeito foi apontado e, nessa medida, colhido seu material genético para comparação com vestígios encontrados no local do crime”, esclareceu o delegado Josemar Batista. Tais vestígios foram “bitucas” de cigarro, deixadas pelo assassino. 
Na época, um adolescente de 16 chegou a se apresentar na delegacia em companhia da avó, após ficar sabendo que era considerado um suspeito. Um grande tumulto se formou na porta da delegacia e o menor teve que ser escoltado até Itabuna, onde prestou depoimento, negando o crime e foi liberado.
Assassinato esclarecido, acusado na cadeia. No entanto, uma pergunta ainda paira no ar: o que, de fato, teria motivado tamanha brutalidade? Alexandre, que já foi transferido para o Conjunto Penal de Itabuna, disse apenas que tinha raiva da vítima, porque o considerava pedófilo.
Alex, que era homossexual, trabalhava como auxiliar de escritório no Colégio Polivalente de Itabuna. A morte do funcionário publico chocou a população de Itajuípe e provocou uma grande repercussão, pois ele era muito querido em Itajuípe.
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