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Base Nacional Curricular não apaga com 'mágica' as desigualdades na educação, dizem especialistas

Com a aprovação no Conselho Nacional de Educação (CNE), na sexta-feira (15), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) chega agora à última etapa antes de passar a valer: a homologação pelo Ministério da Educação. Ao G1, o presidente do CNE, Eduardo Deschamps, afirmou que o documento aprovado passará por uma revisão final e deve ser encaminhado ao MEC na próxima semana. Para especialistas ouvidos pelo G1, a Base representa um avanço para a melhoria da qualidade do ensino no Brasil, mas tirá-la do papel vai exigir grandes esforços, principalmente para as escolas e redes que já enfrentam mais dificuldades. "A escola brasileira é um reflexo da sociedade brasileira. Ela é marcada por profundas desigualdades", afirmou Alessio Costa Lima, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). 
Para Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, que integra o Movimento pela Base, afirma que o Brasil está inaugurando uma nova fase para a educação brasileira, onde o sistema educacional, pela primeira vez, vai estar pautado por aquilo que é esperado que o aluno aprenda. "Agora você tem um sistema que vai ser coerente, onde a gente não começa pela avaliação, onde o livro apoia o professor para ensinar o que o aluno tem que aprender", disse ele. Mizne afirma, porém, que a Base não é mágica. "Essa leitura de que a Base tenha uma aplicação automática nas escolas, sem uma discussão do que vai acontecer nas redes, está errada", diz ele. (G1)
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