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Assassino de empresário se entrega e diz que matou o patrão porque foi “humilhado e espancado”

Ele é assassino confesso do empresário itabunense, Crispin Gomes de Brito, ou “Nôca”, como era chamado por todos, e, após se entregar à polícia de Itabuna, contou detalhes do crime, alegando ter matado o patrão porque havia sido humilhado e até espancado, quando tentou pedir as contas.
José Osvaldo Cardoso, o “Cardoso” ou “Pescoço de Frango”, relatou na noite de ontem (11), quando compareceu ao Complexo Policial para se entregar, que trabalhou durante muitos anos com Nôca que, por sua vez, era proprietário da pousada Porto Real, em Comandatuba. Osvaldo exercia a função de motorista.
No entanto, segundo ele, quando chamou o empresário para acertar os tempos de serviço, dias antes da execução, a vítima teria gritado, dizendo que não ia pagar nada. Além disso, teria chamado outros homens para dar uma surra no empregado. Osvaldo chegou a mostrar aos policias de plantão as marcas da suposta agressão sofrida a mando do então patrão.
Com raiva, então, o motorista resolveu se vingar do empresário. Cardoso diz ter disparado apenas um tiro. O crime aconteceu na tarde do último dia 3, um domingo, quando Nôca abria uma cancela que dá acesso à Cabana da praia de Itapororoca, em Una. Ele foi executado na frente da esposa, que reconheceu o funcionário do marido.
A mulher da vítima ainda relatou, em seu depoimento, que após o empregado matar o dono da pousada, ele a fez refém. A esposa de Nôca contou que foi liberada pelo criminoso somente por volta das 23 horas, provavelmente para evitar que ela o entregasse para a polícia no mesmo instante, evitando, assim uma prisão em flagrante.
Não se sabe até o momento se Osvaldo estava escondido em Itabuna. O homem foi levado ontem mesmo para o Conjunto Penal e, na manhã desta terça-feira (12), transferido para o Presídio Ariston Cardoso, em Ilhéus. Chegou-se a oferecer uma recompensa de R$ 5 mil a quem fornecesse qualquer pista que levasse à prisão do assassino. Do Verdinho
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