Ibicaraí e Região

[Ibicaraí e Região][twocolumns]

Bastidores da Política

[Bastidores da Política][bleft]

A DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM E A SUA INTERFERENCIA NO AMBIENTE ESCOLAR

 DAMASCENA, Rivailda Tavares da Anunciação

RESUMO: Quando falamos ou pensamos em dificuldade de aprendizagem vem em nosso pensamento, a incapacidade que o individuo tem para realizar certas atividades. Pensando assim, a dificuldade de aprendizagem e a sua interferência no ambiente escolar, fará uma reflexão sobre um problema que está instalado em sala de aula e que tem aquietado muitos professores nos dias atuais. O objetivo deste artigo foi analisar as dificuldades de aprendizagem em suas várias vertentes possibilitando aos professores e alunos caminhos que venham melhorar essas dificuldades dentro do ambiente escolar. Esta pesquisa aponta a necessidade de uma reflexão sobre o papel da dificuldade de aprendizagem e a sua interferência no trabalho pedagógico do professor em sala de aula e com isso encontrar soluções que venham a melhorar a qualidade do ensino. Palavra Chave: Dificuldade de Aprendizagem. Trabalho Pedagógico. Aluno. Professor. INTRODUÇÃO Para que a escola cumpra a sua função de facilitar o conhecimento ela deve trabalhar o conhecimento cientifico para promover o desenvolvimento dos seus alunos; mas será preciso que todos estejam de acordo sobre a maneira como se desenvolve o processo de ensino aprendizagem dentro do ambiente escolar. O problema de dificuldade de aprendizagem surgiu com força nos anos 1960 e tinha como significado a perturbação que envolvia a compreensão ou a utilização da linguagem falada ou da escrita. Segundo Nogueira (2009), a dificuldade de aprendizagem é bastante debatida atualmente, pois ela está ligada a ideia do sucesso ou insucesso do individuo no processo de desenvolvimento ao longo de toda a sua vida. Ao fazermos uma análise sobre a história da dificuldade de aprendizagem no Brasil, ela começou a surgir nos anos 1990 com a implantação do construtivismo que foi construído dentro do ambiente escola, não teve avanço algum, pois os nosso professores não estavam preparados para uma revolucionária modalidade de ensino tão complexa. Hoje temos um grande problema que nos leva ao seguinte questionamento porque as nossas crianças estão chegando ao 3º Ano do Ensino Fundamental com tanta dificuldade para aprender ? Existe uma preocupação entre os professores , onde eles relatam que que 80% dos seus alunos chegaram no 3º Ano sem saberem ler e escrever. É na busca para encontrar uma resposta para esse questionamento é que a dificuldade de aprendizagem e o trabalho pedagógico irá tratar a relação do desenvolvimento da aprendizagem buscando principais correntes psicológicas e as condições que ocorram a aprendizagem dos alunos. Sabe-se que o trabalho pedagógico é o que dá ênfase ao processo ensino aprendizagem e tem como finalidade o esforço na busca de melhorar a aprendizagem dentro do ambiente escolar. Essa visão representa um novo olhar para a escola e, consequentemente, uma nova postura diante dos alunos, pois a principal razão da escola e a aprendizagem de todos os alunos. Todo aprendizado consiste em uma mudança relativamente persistente no comportamento do individuo devido a sua experiência. Essa abordagem, portanto, enfatiza de modo particular a maneira como cada individua interpreta e tenta entender o que acontece em sua volta. A aprendizagem não é uma simples passagem da ignorância ao saber, sem resistências e sem conflitos, no processo de aprendizagem acontece algo novo que não envolve uma simples reestruturação, pois trata-se, de um fenômeno a partir do qual o sujeito toma para si uma forma de conduta, transforma a informação em conhecimento, hábitos e atitudes novas de como ocorrem os problemas de aprendizagem. Portanto é na busca dessa informação do conhecimento que iremos encontrar novos mecanismos que venham melhorar as a dificuldade de aprendizagem e a sua interferência no ambiente escolar e com isso melhorar o trabalho pedagógico para promover aos educadores alternativas que venham ajudar aos alunos com dificuldade de aprendizagem levando-os ao prazer de aprender. 1 AS TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA A aprendizagem ocorre sob a ação de inúmeros fatores, que a Psicologia da Educação procura estudar e explicar. Iremos buscar essas explicações na teoria do desenvolvimento cognitivo na prática pedagógica As teorias cognitivistas, a maturação biológica, o conhecimento prévio, o desenvolvimento da linguagem, o processo da interação social e a descoberta da afetividade são fatores de grande relevância no processo de desenvolvimento da inteligência e consequentemente da aprendizagem. Ao iniciarmos a discursão as terias do desenvolvimento cognitivo na prática pedagógica é preciso salientar que a análise psicológica do ensino pode ser corretamente desenvolvida sem nos referirmos à relação entre a aprendizagem e o desenvolvimento escolar da criança em idade escolar. Lakomy (2008) afirma que: [...] a aprendizagem ocorre quando, por meio de uma experiência, mudamos nosso conhecimento anterior sobre uma ideia, comportamento ou conceito. Ela também acontece quando mudamos nossos comportamentos, como, por exemplo, a decisão de parar de fumar depois de assistir a uma palestra sobre a consequência nocivas do fumo à nossa saúde (LAKOMY, 2008. p.17). Entende-se que é por meio de uma experiência com resultado negativos ou positivos que aprendizagem ocorre, mas para que o conhecimento adquirido tenha sido implantado na mente do individuo será necessário a interação ou troça de experiências com o seu meio ambiente ou comunidade educativa em que ele está inserido. Mas entender as ações e as finalidades da dificuldade de aprendizagem implica conhecer seus fundamentos básicos, suas finalidades e aplicabilidade no cotidiano escolar. Algumas teorias conceituam a aprendizagem de forma diferente porque compreendem o processo de aquisição do conhecimento de forma diferenciada. De acordo as ideias de Nunes e Silveira (2008) destacam que: a. O conceito de fracasso escolar é algo mutável e está profundamente conectado com os conhecimentos demandados pela sociedade, em um período histórico específico. b. O problema de aprendizagem como uma sintonia, no sentido de não aprender não configura um quadro permanente, mas ingressa numa constelação peculiar de comportamento. c. Dificuldade de aprendizagem refere-se a um atraso, desordem ou retardo do desenvolvimento em um ou mais processos da fala, leitura e escrita. d. Distúrbios da fala, da audição, emocionais, do comportamento e tem uma origem de causas diversas. e. Dificuldade de aprender significa estar diante de um obstáculo que pode ter um caráter cognitivo, afetivo ou funcional. f. Dificuldade de aprendizagem, embora não apresentem defeito físico, sensorial, intelectual ou emocional ( NUNES E SILVEIRA, 2008,p. 176). Nesse sentido, podemos afirmar que o conhecimento dessas teorias, em particular no âmbito escolar, inspira o uso de estratégias sobre como o professor poderia estimular o desenvolvimento cognitivo e o processo de aprendizagem do seu aluno de forma mais produtiva e duradoura. Todas as teorias do desenvolvimento atribuem um peso a aprendizagem, mas a diferença entre elas está no grau da relevância dado a este fator na elaboração dos processos da cognição humana. Desta forma, no campo da aprendizagem, os psicólogos não acreditam que alguém aprende simplesmente porque outra pessoa ensina, ou, mesmo porque quer aprender. Segundo Piletti (2004); A aprendizagem, apesar de ser universal e ocorrer durante toda a vida, não é tão simples quanto parece à primeira vista. Os psicólogos ainda não chegaram a um acordo sobre os aspectos considerados mais importantes no processo de aprendizagem. Vimos que nesse processo há três elementos fundamentais: a situação estimuladora, a pessoa que aprende e a resposta. Na medida em que detiveram na observação e no estudo desses três elementos, os psicólogos chegaram a conclusões diferentes sobre o fundamental para compreender o processo da aprendizagem. ( PILETTI, 2004. p.49) A partir desses três processos fundamentais a estimulação, a pessoa que aprende e a resposta é que se iniciam estudos em busca de novas teorias a que venha explicar e compreender a aprendizagem no campo da teoria cognitiva e na prática pedagógica. As mudanças ocorridas no processo ensino aprendizagem ao longo dos anos têm levado os docentes a repensarem as suas práticas, pois nestes últimos tempos eles tem sentido necessidade de molharem os seus conhecimentos na busca de realizarem um acompanhamento melhor aos alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. Para estudar o processo do ensino aprendizagem, seria necessário considerar os processos cognitivos que não podem ser observados diretamente com fatores pessoais, fatores ambientais e fatores comportamentais. Neste sentido a sala de aula como contexto formal, ativo e integrado de aprendizagem trás riscos, tendo em vista que a escola encontra-se inserida num contexto maior. Por isso, será muito importante perceber a sala de aula como um sistema de vida própria, mesmo que não autônomo, pois está inserida em sistema maior. O que ocorre na sala de aula se deve parcialmente a decisões de fatores cuja origem encontra-se nela, alunos, professores, atividades, disciplinas. A sala de aula é um espaço no qual os professores se alunos se encontram e interagem em torno do conhecimento. Essa interação que constitui a dinâmica da sala de aula é em grande parte decorrente da forma como o professor vê o processo do ensino aprendizagem. A construção do conhecimento é, portanto, um processo coletivo, que envolve alunos, professor e conteúdos de aprendizagem e a eficácia do ensino dependem, em grande parte, de quanto às intervenções realizadas pelos educadores são compatíveis com o nível de dificuldades que serão encontradas no decorrer do processo de ensinagem. Se antes a aprendizagem era vista como um produto quase que exclusivo do comportamento do professor e da metodologia de ensino adotada, agora as contribuições dos próprios alunos são resultados de uma prática pedagógica que estimulam o conhecimento destes alunos. As teorias do desenvolvimento cognitivo na prática pedagógica irá estimular o conhecimento por meio de outras teorias da aprendizagem e refletir sobre como gerir esse espaço para que os alunos que apresentem dificuldades de aprendizagem obtenham o maior benefício possível. 2 OS TRANSTORNOS DA APRENDIZAGEM Os transtornos funcionais específicos mais comentados nos espaços escolares, relacionados especificamente as dificuldades de aprendizagem assim como apontar cada tipo de dificuldade para que possamos compreender melhor quais as causas e como está dificuldade apresenta na vida dos nossos alunos no momento da alfabetização. O problema da dificuldade de aprendizagem não afeta só um distúrbio, mas uma ampla sucessão de problemas que afetam o rendimento escolar do aluno. É inegável que algumas dificuldades dos nossos alunos são: a entrada tardia na escola, a repetência e a evasão. Vigotski (2005) acredita, que ao nascer, o sujeito trás um substrato orgânico, representado por um organismo biológico capaz de ações reflexas ou funções psicológicas elementares. As funções psicológicas superiores consciência, pensamento, linguagem raciocínio lógico e outras que diferenciam o ser humano das demais espécies animais serem desenvolvidas com o processo de aprendizagem (VIGOTSKI, 2005. p.47). Assim percebemos que a aprendizagem vem antes do desenvolvimento, sendo necessário trabalhar a zona de desenvolvimento proximal, que representa a distancia entre o desenvolvimento real e o desenvolvimento potencial. (VIGOTSKI, 2005). É na singularidade da aprendizagem e não na padronização de comportamentos e ações que cada sujeito, nas suas interações com o mundo sócio cultural, vai tendo seus conhecimentos. Esse pressuposto traz um grande desafio para nós, professores da educação básica o de observar o que e como cada criança está significando no desenvolvimento de interação. Sendo assim, a entrada tardia na escola, a repetência e a evasão são consideradas dificuldades naturais, ela é evolutiva, portanto transitória e tendem a desaparecer com o esforço do aluno, mas será preciso que ele venha a ter um acompanhamento com um profissional de área. Os aspectos da aprendizagem são classificados em dificuldades naturais ou secundárias e os transtornos. Como as dificuldades naturais, consideramos as dificuldades experimentadas por todos aos indivíduos e, alguma matéria ou em algum momento da sua vida escolar. Já as dificuldades secundárias são os transtornos que atuam antes do desenvolvimento humano normal e depois na aprendizagem específicas, estão incluídas neste grupo pessoas com deficiências mental, sensorial e aquelas que possuem quadros neurológicos mais graves ou com transtorno emocional significativo. Os transtornos da aprendizagem são descritos em três tipos: da leitura, da expressão escrita e das habilidades matemática, que se manifesta em três níveis de gravidade leve, moderada e grave. No nosso cotidiano escolar o transtorno que mais temos contato são: o da a leitura, da expressão escrita e das habilidades matemática quem tem elevado o baixo índice de aprendizagem Nogueira (2009) afirma que: O processo de desenvolvimento da linguagem tem início com o aspecto somático e textual. Na sequência vê os aspectos fonéticos, passando por ultimo, para o labo frontal, área que desenvolve as questões gramaticais e programáticas” (NOGUEIRA, 2009. p.38). Compreende-se que a escola deve oferecer muita atividade de comunicação oral e escrita, pois é através delas que a aprendizagem se realiza, levando a uma reflexão para que a intervenção fortalecer as habilidades conquistadas através do uso da linguagem e torna-la mais eficiente. Os transtornos das dificuldades de aprendizagem e as suas implicações no processo de aprendizagem do sujeito de acordo a Nogueira (2009), são quatro conforme descritas abaixo: Disgrafia: uma pessoa com disgrafia é aquela que, culturalmente, não consegue produzir uma escrita aceitável, apesar de possuir nível intelectual adequado, receber instrução também adequada, sem déficits sensoriais e lesões neurológicas específicas. Disgrafia: são a sequencialização, que implica a falha perceptual, acarretando dificuldades no processamento. Nesta ultima causa, as dificuldades de processamentos podem dá origem auditiva, estando relacionadas à aprendizagem e a compreensão da linguagem. Dislexia: é o comprometimento acentuado nos desenvolvimento da habilidade de reconhecimento das palavras e da compreensão da leitura Discalculia: é uma dificuldade de aprendizagem de matemática. Manifesta-se através da dificuldade para realizar operações elementares de adição, subtração, multiplicação e divisão, sem que seja resultado de um ensino inadequado ou retardo mental. Enfim, esperamos que ao serem diagnosticados esses sintomas dos transtornos da dificuldade de aprendizagem na natureza social, essenciais à compreensão do fracasso escolar da criança nas diversas aprendizagens iremos apresentar uma nova perspectiva a ideia da dificuldade e do fracasso no sistema publico brasileiro. 2. 1 Afinal o que é dificuldades de Aprendizagem? Os conceitos e as caracterizações e terminologias sobre a dificuldade de aprendizagem, na concepção de alguns autores é tratada como problemas, outros que consideram como déficit e, ainda, há aqueles que denominam transtornos ou fracassos, nos levando a aprender algo novo e saudável quanto a dificuldade de aprendizagem. O conceito de dificuldade de aprendizagem é tido como um distúrbio, transtorno ou ainda fracasso escolar. É um problema neurológico que afeta a capacidade cerebral de entender, recordar ou comunicar algumas informações principalmente no processo do ensino aprendizagem. O problema de aprendizagem não é um termo de referência para um único distúrbio, mas trás consigo um monte de problema que podem afetar o rendimento e a vida escolar do aluno para o resto da vida, e esse distúrbio é atribuído a várias causas e diversos aspectos que podem prejudicar o funcionamento cerebral. Essas e outras questões necessitam ser esclarecidas para que possamos compreender como e quando a dificuldade de aprendizagem aparece na vida das crianças, diante disso alguns autores abordam a questão da seguinte forma: Moojen e França (1999) afirmam que os termos distúrbios, transtornos, dificuldades e problemas de aprendizagem têm sido utilizados de forma aleatória, tanto na literatura especializada como na prática clínica e escolar, para designar quadros diagnósticos diferentes. Para Nunes e Silveira (2008) o conceito de fracasso escolar é algo imutável e está profundamente conectado com os conhecimentos demandados pela sociedade, em um período histórico. Cordié (1986) ciita que o fracasso é uma patologia recente. Que surgiu com a instauração da escolaridade obrigatória do século XIX e tomou lugar na preocupação dos nossos dia a dia em consequência das mudanças radicais da sociedade. Barbosa (2006) utilizou do termo dificuldade de aprendizagem, como um obstáculo que pode ter um caráter cultural, cognitivo, afetivo. Isso implica na evolução da não aprendizagem do aluno que não aprendeu a ser letrado. Essa discursão vem fortalecer a necessidade de diagnosticar as dificuldades de aprendizagem e assim tentar combater o fracasso escolar, pois ainda no século XXI alguns professores costumam classificar os seus alunos que estão com dificuldades de aprendizagem, porem não conseguem com exatidão diagnosticar por não terem uma habilitação ou não, portanto será muito importante saber como identificar essas dificuldades de aprendizagem dentro do ambiente escolar em que o aluno está inserido. Também foram constatados outros fatores que diagnosticaram a dificuldade de aprendizagem fazendo um paralelo que viessem a identificar essa patologia com maior eficiência. Para que acha identificações dos problemas de aprendizagens teremos que realizar intervenções que venham sanar ou amenizar essas dificuldades de aprendizagem no ambiente de sala de aula, mas para que essa identificação aconteça far-se necessário que os professores desenvolvam estratégias que auxiliem seus alunos com dificuldade de aprendizagem. Portanto os aspectos essenciais que visam amenizar o processo de dificuldade de aprendizagem é o fato de que ele estimule vários processos internos de desenvolvimento através das interações sociais que não são avaliados pelo professor. 3 O TRABALHO PEDAGÓGICO DA ALFABETIZAÇÃO E DO LETRAMENTO Ao pensar uma proposta para o trabalho pedagógico da alfabetização e do letramento na sala de aula, devemos levar em conta as dimensões social e cognitiva do aluno, pois o planejamento de ensino, os planos de aula e os projetos de trabalho são, portanto fruto de reflexões coletivas e individuais cujo objetivo é a aprendizagem das crianças e do adolescente. Mas para que essas reflexões aconteçam o ambiente escolar deve promover o desenvolvimento da aprendizagem de seus alunos precisará se organizar para que haja uma harmonia em todo o ambiente da escola. Lakomy (2008) afirma; [...] que esse processo se desenvolve na escola ou numa instituição social, onde os conteúdos da aprendizagem são produtos sociais e culturais. O professor é um grande mediador entre o aluno e a sociedade, e o aluno, por sua vez, é um sujeito ativo na construção do seu conhecimento por meio da sua interação com o mundo físico e social que o rodeia (LAKOMY, 2008, p.45). Essa aprendizagem é ressaltada pouco a pouco e os alunos vão se apropriando dos ensinamentos da escola, sob à luz do que eles já conhecem e assim vão construindo os seus conhecimentos, pois o caráter construtivo da aprendizagem da aprendizagem só aparece na interação mantida com os professores, em que a construção do conhecimento é um processo coletivo, que envolve alunos, professor, e os conteúdo que estão sendo passado a eles. Enfim se o trabalho pedagógico da alfabetização e do letramento na sala de aula será visto como uma união que trará resultados competentes e menores será o direcionamento e o nível da ajuda fornecida do professor e vice-versa para uma percepção de menor competência, maior a ajuda e o direcionamento. Considerações Finais O trabalho pedagógico e a dificuldade de aprendizagem irá nos possibilitar uma reflexão mais profunda sobre um tema que vem sido muito discutido no século XXI, pois a eficácia do ensino aprendizagem depende em grande parte, de quando as intervenções realizadas pelos educadores serão compatíveis com o nível de dificuldade de aprendizagem que os alunos enfrentam. A visão panorâmica de como ocorre a aprendizagem na criança nos possibilitando um estudo mais detalhado sobre o porquê que a criança não aprende nos possibilitando aprofundar nas causas dos problemas da aprendizagem. Enfim, revisamos alguns conceitos essenciais do trabalho pedagógico e a dificuldade com a compreensão de como as teorias nos dão subsídios à prática do professor para a realização de um trabalho eficaz na evolução do desenvolvimento do sujeito com dificuldade de aprendizagem. REFERÊNCIAS BARBOSA, L.M.S. Psicopedagogia: um diálogo entre a psicopedagogia e a educação. 2.ed.Curitiba: Bolsa Nacional de Livro 2006. CORDIÉ, A. Os atrasos não existem: Psicanálise de crianças com fracasso escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986. LAKOMY. A.M. Teorias Cognitivas da Aprendizagem.Curitiba: Ibepex, 2008. MOOJEN.S; FRANÇA, M..M. Dislexia: Visão fonoaudiologia e psicopedagógica. In: abordagem neurológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 1999. NOGUEIRA, M.O.G. Aprendizagem do aluno adulto: Implicações para a prática docentes no ensino superior. Curitiba: Ibepex. 2009. NUNES, A. L.B.L; SILVEIRA, R.N. Psicologia da Aprendizagem: processos teorias e contextos. Brasilia: Liber Livro, 2009. PILETTI, N. Psicologia Educacional. São Paulo: Ática, 2004. VYGOTSKY, L. A evolução psicológica da Criança. Martins Fontes. São Paulo, 2005
Poste um Comentário
  • Blogger Comment using Blogger
  • Facebook Comment using Facebook
  • Disqus Comment using Disqus

No comments :


Geral

[Geral][twocolumns]

.

.

Esporte

[Esporte][bleft]

Eventos

[Eventos][twocolumns]

Jurídicas

[Jurídicas][bleft]