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Deputado federal Irmão Lázaro se posiciona sobre o reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo

  A comissão especial da Câmara que analisa a proposta de reforma da Previdência volta a se reunir nesta terça-feira (9) para tentar concluir a análise do relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), que traz mudanças nas regras da aposentadoria. A reforma da previdência assim como a reforma trabalhista tem sido tema de discussão tanto no plenário como para a sociedade.
   Em entrevista a uma emissora de rádio o deputado federal Irmão Lázaro (PSC) disse que votou contra as duas reformas e mantém seu voto. Para o parlamentar o país vive um momento conturbado e muito difícil. Explanando sobre sua decisão, o deputado afirmou que o Brasil precisa de reformas e melhorias de critérios no intuito de frear quais quer tipo de fraudes, “a coisa tem que começar de uma forma diferente.
   Antes de fazer o povo pagar a conta, é necessário dar exemplo. O governo precisa de uma agenda positiva e fazer com que deputados e profissionais abastados paguem suas próprias contas para que o povo perceba que o governo está atento aqueles que podem ajudar com mais e aqueles que podem ajudar com menos”, disse ressaltando que a maioria dos políticos recebem além da conta e empresas capacitadas isentas de impostos.
   União Homoafetiva: A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou em turno suplementar, projeto de lei que altera o Código Civil para reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo e possibilitar a conversão dessa união em casamento. O texto poderia seguir para a Câmara dos Deputados caso não houvesse recurso para análise no plenário do Senado. Avesso a decisão, o senador Magno Malta (PR-ES), no entanto, anunciou que vai apresentar recurso com apoio de outros integrantes da comissão. Irmão Lázaro no entanto declarou que discorda da conversão do termo ‘união’ para ‘casamento’.
    Segundo explicou, o casamento é algo divino , instituído por Deus realizado entre um homem e uma mulher, no entanto se manteve ao lado da constituição que rege que qualquer pessoa é livre para tomar decisões, “o homem tem todo o direito de fazer o que quiser da vida dele. Acredito que seja necessário uma lei que assegure a construção de bens. Eu como cristão não acho que este caminho seja correto, mais de dois homens ou duas mulheres querem viver juntos, deve existir uma lei que ampare a questão dos bens e uma segurança jurídica para essa decisão. Não sou a favor do casamento homoafetivo, sou a favor de que essas pessoas sejam resguardadas juridicamente”, completa.
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